quarta-feira, 13 de junho de 2018

Polícia investiga casos de supostos ataques com agulhas em CG, mas apenas um BO foi registrado

“Estamos solicitando laudos do hospital e buscando as demais pessoas para esclarecer o caso. Orientamos que essas pessoas procurem a delegacia para auxiliar nas investigações. Precisamos saber, por exemplo, qual local da ocorrência, se foi no Parque do Povo ou não, qual horário, saber se o caso se tratou de uma agulha mesmo e, caso positivo, saber se a vítima tem condições de identificar autores das agulhadas”, acrescentou Henry Fábio.
Detenção de uma mulher – Uma mulher foi detida na noite dessa terça-feira (12) portando tesoura e material semelhante a seringas, no Parque do Povo. Ela teve os objetos apreendidos, foi ouvida e liberada em seguida. “O que ela portava, na verdade, não eram seringas e sim cateteres, usados para coletar sangue. Eram três cateteres e um deles estava com a embalagem violada. Tudo foi encaminhado para a perícia no Instituto de Polícia Científica. Ela disse que trabalha colocandopiercing, como não existia nenhuma tipificação legal contra, foi ouvida e liberada, mas as investigações continuam”, afirmou o delegado Henry Fábio.
Qualquer informação sobre o caso pode ser passada para a Polícia Civil pelo número 197. A ligação é gratuita e o informante não precisa se identificar. O sigilo é garantido.
Registros no Trauma de Campina Grande – De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, 29 pessoas já foram atendidas no local e relataram terem sido vítimas de agulhadas durante os festejos juninos. Deste total, foram 19 homens e dez mulheres.
Ainda segundo o setor de imprensa, 28 dos supostos casos teriam ocorrido no Parque do Povo, no Centro de Campina Grande, entre sábado (9) e terça-feira (12). Já outra pessoa afirmou ter sido atacada no dia 3 de junho, enquanto se divertia numa festa ocorrida em outra região da cidade.OSTADO POR FERNANDO COUTINHO - NAÇÃORURALISTA.COM.BR


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