domingo, 3 de junho de 2018

Conversas por app entre acusados provaram participação de filho em morte de gerente

A polícia encontrou na noite desta sexta-feira (1), áudios trocados entre os suspeitos de matar o gerente do posto de combustível, no bairro Manaíra, no último sábado (26), e o filho da vítima. Ele foi preso nesta sexta-feira (1), suspeito de planejar o assalto que resultou na morte do próprio pai na missa de 7º dia dele.

Dois trechos de áudios trocados minutos antes da ação criminosa comprovam que Herick Ramos, 24 anos, comprovariam a participação do filho no crime. Em um deles, o filho do gerente pede para que os executores do plano agilizem.

“Ei ‘pai’, desce para a situação cuide agiliza parceiro”.

Um dos suspeitos de praticar o assalto responde dizendo que eles já estavam no local e que a vítima ainda não tinha chegado ao escritório do posto.

“Tamo aqui já, tamo aqui já, parceiro. Só que ele não tá chegando no escritório não”.

O delegado Wagner Dorta disse, em entrevista, que considera o caso fechado. “Realmente o caso está fechado. Nós temos elementos que comprovam que o suspeito passou o horário que o pai chegou no posto de combustível, ele avisou aos dois que eles tinham que descer, em caráter de urgência, para o posto. Elementos suficientes no inquérito policial demonstrando que ele planejou toda ação criminosa”, revelou.

A prisão

A prisão aconteceu durante a missa de 7º Dia do pai do suspeito, no bairro Treze de Maio, também na capital paraibana.

Ainda segundo Dorta, o suspeito seria o responsável pelo planejamento da ação. Ele confessou participação no crime, alegando ter sido pressionado pelos outros dois suspeitos de executar o plano. Um deles foi preso no dia do crime e o outro na última quinta-feira (31).

O filho do gerente foi encaminhado para a Central de Polícia, no bairro do Geisel. Ele já tem passagem pela polícia por suspeita de participação no assalto a uma farmácia do bairro de Mangabeira, em 2017.
Primeiras Notícias 


← ANTERIOR PROXIMA → INICIO

0 Comments:

Postar um comentário

Editorial