domingo, 25 de março de 2018

ROBERTO CAVALCANTI COMPARTILHAR: REDES SOCIAIS


ROBERTO CAVALCANTI
 
COMPARTILHAR:

REDES SOCIAIS

22 de Março de 2018
Impossível não acompanhar esse instrumento de comunicação, que tem inegavelmente permitido novas formas de interação entre as pessoas, independente de onde estejam.

Embora a definição de “rede social” seja estrutura que reúne os que compartilham interesses e objetivos comuns, o termo virou sinônimo das plataformas que conectam pessoas na web, a exemplo do Facebook, do Twitter, do YouTube e WhatsApp, só para citar as mais famosas.

Empresário na área de comunicação, acompanho com uma lupa toda evolução que o setor vive no presente, e o que está sendo projetado para o futuro.

O Sistema Correio está atento porque faz questão de disponibilizar suas informações em todas as plataformas que facilitem o acesso a seus leitores, telespectadores e ouvintes.

Continuamos aprimorando nossas edições impressas daquele que é, hoje, o único jornal privado do nosso Estado, com circulação diária, sem deixar de oferecer a opção digital.

Igualmente, investimos no Portal Correio, outra alternativa com informações online de qualidade para o paraibano, tanto que é o líder.

Nossas rádios seguem o mesmo caminho, participando da migração de AMs (ondas médias) para FMs (frequência modulada), e são campeãs de audiência.

Na TV Correio/Record e TV Maior, nossa ascensão também é atestada pelo Ibope.

Mesmo com essas conquistas, sempre somos assediados com previsões de que, com as redes sociais, o negócio da comunicação, supostamente convencional, perderia dimensão.

Qual nada! As redes sociais vieram para dar ainda mais credibilidade às empresas que primam pela ética, como o Sistema Correio. Tal movimento é nacional e mundial.

Assistimos, cotidianamente, o agigantamento das ‘fake news’. Na busca pelo sucesso a qualquer preço, percebemos a perda total da credibilidade. Mil montagens, fatos passados tratados como notícias exclusivas do presente, inverdades espalhadas com o objetivo de gerar danos a alguém, fruto da falta de ética e do mercantilismo existente no setor.

Mas, tudo na vida tem um outro lado.

As redes sociais têm tirado a primazia de determinada classe que, ideologicamente preparada, dominava o quadro noticioso político do nosso País. Isso acabou.

Cito como exemplo a pré-candidatura de Jair Bolsonaro. Boicotado pela tradicional mídia global, temido por todos que ideologicamente pregam o comunismo, seu nome está na mídia digital com meritória participação. Recebo diariamente, por vários canais, um sem-fim de vídeos fazendo sua apologia.

Como resultado desse massacre midiático digital, vemos sua candidatura ser atestada como das mais viáveis em qualquer aferição feita em nosso País. Isso seria possível tempos atrás?

Na era Collor, ou o candidato era abraçado por poderosa rede de televisão, ou era inviável.

Outro exemplo é a morte da vereadora Marielle Franco, utilizada como estandarte da contravenção e do esquerdismo para evitar a moralização da segurança no Rio de Janeiro e até provocar o afastamento da intervenção federal. O contra-ataque pelas redes sociais é intenso.

Recentemente, um concorrente cometeu uma derrapagem ao vivo. No passado, os comentários seriam limitados, mas se tornaram matéria viral nas redes sociais.

Quem, senão a espontaneidade do público, atestaria o tratamento não equânime entre mortes de ativistas políticos e de cidadãos comuns do bem, ou de policiais no dia a dia de suas tarefas?

Eu, que supostamente deveria estar preocupado com esse novo campo da comunicação, estou exultante de alegria por ele existir. Viva a democracia! Viva as redes sociais!
POSTADO POR FERNANDO COUTINHO - NAÇÃORURALISTA.COM.BR


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