segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Cássio ministra a velha receita de golpes e rasteiras para tomar a PMJP

 Uma ala próxima ao prefeito Luciano Coutinho, ou se por ingenuidade, o que não é permitido em político, ou se por má fé, por que ninguém pode avaliar até onde chegou a influência perniciosa do vice, ainda alimenta uma esperança sobre Cartaxo se lançar candidato desde que Cássio e Manoel Junior confirmem disposição para honrar os acordos firmados e em discussão.
 
Essa corrente de esperançosos lembra muito a história do sapo e do escorpião para atravessar o rio, quando, depois da travessia, o venenoso animal picou o crédulo batráquio e reafirmou sua natureza.
 
Seria bom que essa corrente de esperançosos na remissão humana desse um passeio, mesmo que breve, na história política da Paraíba para refrescar a memória relendo o noticiário dos acontecimentos que envolveram personagens como Cícero Lucena hoje alijado da política. 
 
Os fatos passados revelariam extraordinária coincidência com o rame-rame de hoje, onde um Cássio fiel as suas origens se prepara para atravessa Cartaxo para o outro lado do rio e, depois, obedecendo a sua natureza picá-lo, como já fez com várias outras personagens do mundo político, atirados ao inferno da desilusão e da decepção pelo canto de sereia do senador ainda afinado e sonoro capaz de atrair para os arrecifes marujos incautos como o prefeito da capital às vésperas de soçobrar nesse mar de entulhos para o qual está sendo tangido, caso não mude a rota de sua dourada e cobiçada embarcação.
 
“Acabou o suspense. Depois de seis meses de especulações e acenos, Cássio Cunha Lima anunciou nesta segunda-feira, 11, que seu apoio para o Governo do Estado é de Ricardo Coutinho (PSB) como o abraço registrado em Bananeiras na quarta-feira passada já poderia sinalizar.
 
Mais do que formalizar sua simpatia pelo prefeito de João Pessoa, Cássio colocou em xeque a pré-candidatura de Cícero Lucena (PSDB)”
 
Acima um pequeno trecho de um noticiário dos idos de 2010 anunciando mais um golpe desferido pelo senador no amigo do peito e correligionário fiel, Cícero Lucena, embromado até a última hora para ser descartado depois em prol de Ricardo Coutinho.
 
A rasteira que Cícero levou foi tão arrasadora e humilhante que o senador desencantou-se com a política e resolveu se dedicar a iniciativa privada. E esse é apenas um trecho dos muitos textos que se pode encontrar na internet mostrando o estilo Cássio de fazer política e que comprovariam a ingenuidade de Cartaxo e de seu grupo ao querer entregar a maior prefeitura do estado respaldado em acordos firmados com Cássio Cunha Lima, o rei das pernadas políticas.
 
Se formos recapitular a história do senador ficará claro e transparente que ele se prepara para dar mais um golpe e dessa vez a vítima será Luciano Cartaxo abandonado assim que entregar a prefeitura nas mãos do não menos astucioso, Manoel Junior.
 
Essa história, envolvendo Cartaxo, Manoel Junior e Cássio Cunha Lima, será mais uma crônica da traição anunciada e só quem não tem memória ou quem quer entrar para o Guinness World Records da credulidade humana pode acreditar nos dois, ambos, exemplos, dos mais emblemáticos do que existe de mais pérfido em política.
 
E se não acreditarem nos fatos nada como bater um papo com Cozete Barbosa, Félix Araújo e tantos outros que engoliram a pílula dourada que Cássio costuma ministrar as suas vítimas.
 
Um dos poucos sobreviventes dessas contendas políticas protagonizadas por Cássio seria o governador Ricardo Coutinho e, de certa forma, o senador José Maranhão, que parecem ter adquirido imunidade ao veneno do tucano. (jampanews) postado por fernando coutinho -  NAÇÃORURALISTA.COM.BR


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