quinta-feira, 26 de outubro de 2017

MP nega vínculo com órgão de policial que ameaçou repórter, mas pede apuração à Delegacia Geral

O Ministério Público Estadual afirmou na tarde desta quarta-feira (25) que o suposto policial civil que apontou a arma para o repórter Albemar Santos não está a disposição do órgão e que o mesmo foi ao local entregar documento  no Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).
Mesmo assim, o procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Francisco Seráphico, encaminhou um expediente à Delegacia Geral de Polícia Civil requisitando a apuração do fato.
Sobre o caso: O jornalista relatou que estava no estacionamento quando foi empurrado pelo agente que queria passar no mesmo local. Porém, como ele estava virado não reconheceu quem seria a pessoa. Em seguida, o agente voltou a empurrar o repórter e desta vez mais brusca, fazendo com que Albemar tombasse, quando o policial disse: “Saia do meio que quero passar”, sendo revidado pelo comunicador: “Peça licença”.

Albemar Santos estava na frente do Gaeco para acompanhar o depoimento do empresário Ramon Acioly, que estava no local para esclarecer a gravação de um vídeo, onde aponta um possível esquema de propina com o prefeito interino de Bayeux, Luiz Antônio (PSDB).
Depois disso, Albemar afirmou que ambos discutiram e o policial sacou a arma e apontou para a cabeça dele. O repórter foi para debaixo de um carro, que estava estacionado no local, para sair da mira da arma.

O repórter estava a serviço do Sistema Arapuan de Comunicação e do portal MaisPB. 



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