quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Banco de Leite Humano Anita Cabral orienta sobre práticas para boa produção e qualidade de leite materno

A produção mais rápida de leite materno após o parto está condicionada a alguns fatores importantes, dentre eles o tipo de parto, tempo da primeira mamada, além da demanda na amamentação. É um processo que requer a adoção de alguns cuidados importantes, além de orientações adequadas, para que seja uma ocasião prazerosa tanto para o bebê quanto para a mãe.
De acordo com a diretora do Banco de Leite Anita Cabral, Thaise Ribeiro, um dos fatores importantes para facilitar o processo da amamentação é o parto normal ou humanizado, já que o bebê é colocado pele a pele com a mãe nas primeiras horas de vida e chega a mamar ainda na sala de parto.
No tempo de permanência de internação a amamentação é oferecida inclusive em livre demanda, o que facilita a descida mais rápida do colostro e consequentemente contribuindo para a produção mais eficiente, prevenindo o risco do bebê ter hipoglicemia ou de necessitar de complemento alimentar.
Ainda segundo orientações de Thaise Ribeiro, “para ter uma boa produção de leite, a mulher precisa ter uma dieta balanceada, rica em vitaminas, sais minerais, proteínas e fibras, além de um carboidrato de boa qualidade, evitando calorias vazias”.
A diretora ainda destacou que é importante a variedade, o equilíbrio e moderação alimentar durante o período gestacional. “A mamãe pode sim comer chocolate, tomar café e comer feijão, contudo, dentro de uma quantidade segura. É recomendado, por exemplo, até três xícaras de café por dia”, orienta.
Outra dica importante é sempre avaliar o bebê no que diz respeito à reação alimentar e nos casos de apresentar algum desconforto é recomendado associar a refeição da mãe e observar algum alimento diferente introduzido na dieta.
Thaise Ribeiro também destacou que em relação às mamas são necessários alguns cuidados durante a gravidez, a exemplo do banho de sol, o que é recomendado pela manhã logo cedo por um período de dez minutos. Após o parto, a diretora alerta que é fundamental uma boa pega e posicionamento adequado do bebê durante as mamadas, para não haver fissuras nas mamas.
Em casos de fissuras, segundo recomenda, uma ótima alternativa é passar o próprio leite materno na região da aréola dos seios, após as mamadas para hidratar a região. “Toda criança e mãe estão prontos para vivenciar a amamentação, mas é necessário que seja um processo aprendido de uma forma tranquila, com uma boa técnica e sempre oferecendo emponderamento a mulher, para que crie com o seu bebê a melhor relação durante o procedimento de aleitamento materno”, defendeu Thaise Ribeiro.
Os bancos de leite e postos de coleta do estado podem ajudar a mulher nesse processo, por meio de orientações necessárias quanto ao manejo da amamentação, para que se sinta segura em alimentar o seu bebê com o melhor alimento, que é o leite materno.
Para obter ajuda ou ser doadora de leite é só procurar o banco ou posto de coleta de leite humano mais próximo, estar amamentando o filho, estar saudável e ter excesso de produção de leite. O serviço de Rota Domiciliar irá até a residência da doadora e entregará o Kit Doação (frascos de vidro esterilizado, luvas, gorro e máscara). Além disso, a equipe prestará todas as orientações necessárias para o correto armazenamento e ainda comparece semanalmente ao domicílio da mãe para coletar a doação. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: 3215-6047.
A produção mais rápida de leite materno após o parto está condicionada a alguns fatores importantes, dentre eles o tipo de parto, tempo da primeira mamada, além da demanda na amamentação. É um processo que requer a adoção de alguns cuidados importantes, além de orientações adequadas, para que seja uma ocasião prazerosa tanto para o bebê quanto para a mãe.
De acordo com a diretora do Banco de Leite Anita Cabral, Thaise Ribeiro, um dos fatores importantes para facilitar o processo da amamentação é o parto normal ou humanizado, já que o bebê é colocado pele a pele com a mãe nas primeiras horas de vida e chega a mamar ainda na sala de parto.
No tempo de permanência de internação a amamentação é oferecida inclusive em livre demanda, o que facilita a descida mais rápida do colostro e consequentemente contribuindo para a produção mais eficiente, prevenindo o risco do bebê ter hipoglicemia ou de necessitar de complemento alimentar.
Ainda segundo orientações de Thaise Ribeiro, “para ter uma boa produção de leite, a mulher precisa ter uma dieta balanceada, rica em vitaminas, sais minerais, proteínas e fibras, além de um carboidrato de boa qualidade, evitando calorias vazias”.
A diretora ainda destacou que é importante a variedade, o equilíbrio e moderação alimentar durante o período gestacional. “A mamãe pode sim comer chocolate, tomar café e comer feijão, contudo, dentro de uma quantidade segura. É recomendado, por exemplo, até três xícaras de café por dia”, orienta.
Outra dica importante é sempre avaliar o bebê no que diz respeito à reação alimentar e nos casos de apresentar algum desconforto é recomendado associar a refeição da mãe e observar algum alimento diferente introduzido na dieta.
Thaise Ribeiro também destacou que em relação às mamas são necessários alguns cuidados durante a gravidez, a exemplo do banho de sol, o que é recomendado pela manhã logo cedo por um período de dez minutos. Após o parto, a diretora alerta que é fundamental uma boa pega e posicionamento adequado do bebê durante as mamadas, para não haver fissuras nas mamas.
Em casos de fissuras, segundo recomenda, uma ótima alternativa é passar o próprio leite materno na região da aréola dos seios, após as mamadas para hidratar a região. “Toda criança e mãe estão prontos para vivenciar a amamentação, mas é necessário que seja um processo aprendido de uma forma tranquila, com uma boa técnica e sempre oferecendo emponderamento a mulher, para que crie com o seu bebê a melhor relação durante o procedimento de aleitamento materno”, defendeu Thaise Ribeiro.
Os bancos de leite e postos de coleta do estado podem ajudar a mulher nesse processo, por meio de orientações necessárias quanto ao manejo da amamentação, para que se sinta segura em alimentar o seu bebê com o melhor alimento, que é o leite materno.
Para obter ajuda ou ser doadora de leite é só procurar o banco ou posto de coleta de leite humano mais próximo, estar amamentando o filho, estar saudável e ter excesso de produção de leite. O serviço de Rota Domiciliar irá até a residência da doadora e entregará o Kit Doação (frascos de vidro esterilizado, luvas, gorro e máscara). Além disso, a equipe prestará todas as orientações necessárias para o correto armazenamento e ainda comparece semanalmente ao domicílio da mãe para coletar a doação. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: 3215-6047.
Secom-PB 

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